O Tempo, A Bactéria do Universo
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O Tempo, A Bactéria do Universo

postado em: Domingos Yezzi, Extraterrestre, Iluminação, O DNA do Espírito e os ETs 0 |
Duração da Leitura 12 minutos

Canalizado por Domingos Yezzi, em 20/01/02.

Tudo tem seu tempo certo, tempo para semear, tempo para colher, tempo para crescer, tempo para se desenvolver, tempo para se manifestar, tempo para acontecer, tempo da ação, tempo da reação, tempo da neutralidade, tempo da atividade, tempo do raciocínio, tempo da racionalidade, tempo da sístole, tempo da diástole, tempo da contração, tempo da expansão, tempo da escuridão, tempo da luz, tempo do silêncio, tempo do som, tempo do ruído, tempo inicial, tempo do giro, tempo final, tempo de falar, tempo de ouvir, tempo de calar, tempo de sorrir, tempo de chorar, tempo de nascer, tempo de crescer, tempo de viver, tempo de morrer, tempo de renascer, para o tempo de recomeçar!

Tudo e todos no Universo têm um tempo para existir e mesmo que algumas civilizações desses Universos visíveis, ou invisíveis, tangíveis ou paralelos, encontrem a fórmula da longa vida, para durar mais tempo, ainda assim, terão seu relativo tempo.

Para um organismo microscópico, o seu tempo de vida relativo ao seu ambiente ou “habitat”, representa para ele milhões e milhões de fusos horários comparados com o ser humano, e nós, seres humanos, vivemos um infinitesimal tempo perante os bilhões de fusos horários da imensidão universal.

A cada giro do planeta é um novo tempo que se apresenta e a cada tempo que se apresenta é um novo giro dos Sistemas Solares. Novo giro da Galáxia e a cada giro dessa é um novo tempo do Universo que se apresenta para que Tudo e Deus entrem em um novo tempo, mesmo que não haja presente, passado e futuro, mas sim, o Eterno Presente, o Tempo Eterno, o Tempo que corrói o próprio tempo.

O ser humano de qualquer planeta, egoisticamente dentro do seu limitado tempo de vida física, pratica as maiores barbáries contra seu semelhante, contra seu “habitat”, os quais também têm seu tempo limitado, se não, não seriam vítimas desse anômalo, mas a anomalia também tem o seu tempo. Nada ocorre no Universo sem que haja a ação e reação correspondente, por diminutas que possam aparentemente ser.

O tempo, quanto mais infinito que ele possa nos parecer, maior ainda serão seus efeitos contaminadores e devoradores, apenas a Centelha Divina, o Espírito ou a Alma, três denominações para a mesma Energia oriunda do Núcleo Central Cósmico, é que acompanha o tempo e com ele retorna à Fonte Criadora ou Geradora. E mesmo que essa Centelha se atrase, tropece, encalhe, reduza sua velocidade de ascensão ao Criador, o tempo a acompanhará, a esperará calma e silenciosamente, inalterável, preciso e dominador.

O Núcleo Central Cósmico ou Deus, se renova continuamente criando e fazendo retornar a si as Centelhas criadas, após tê-las feito entrelaçarem-se entre si no Tempo do Universo, Galáxias e Sistemas Solares com seus mundos e submundos, após seu tempo adequado ao seu progresso evolutivo que é infinitamente grandioso, apesar de ser extraordinariamente longo, cuja dimensão a mente comum não pode abranger antes do tempo certo e preciso.

O tempo tudo corrói, como uma bactéria imortal implacável, pois age sorrateiramente, imperceptível aos sentidos mais argutos ou às inteligências mais brilhantes, interpenetra a tudo e a todos e até ao Criador.

Os povos da Terra, antigos ao nosso tempo, tentavam enganá-lo, mumificando seus cadáveres, mas só o conseguiam por um espaço de tempo limitado, apenas acima, ou mais longo que o tempo de vida deles próprios quando em vida; mas o tempo, sorrateiramente, corroía seus corpos embalsamados por baixo das tiras de preservação cadavérica. O tempo corrói as múmias e as tiras, corrói também o próprio Espaço. Assim, nem mesmo o Espaço é mais forte e poderoso que o tempo, pois este, como eu já disse, corrói também a Deus que é obrigado a se transmutar para receber de volta suas Centelhas atemporais, que não sofrem a atuação do tempo em suas contexturas, mas sim nas suas evoluções temporais afeitas aos locais ou regiões do Universo por onde ela tenha sido espargida, tenha se resfriado, baixado suas vibrações primárias, tenha passado, sem ser passado e retornado, para transformar-se em Deus que se acoplou a ela, que é ele próprio, Deus. “Vós sois deuses!”.

Mas afinal, o tempo é Deus? Não. Deus é que é o tempo!

Mas não houve um tempo em que Deus não existia? Sim, presume-se que sim, mas para existir o pré-tempo ou o tempo anterior a Deus, teve que existir a Consciência Maior sem tempo, dentro do próprio tempo obrigando-a a se revestir com a energia, a luz, o espaço e induzindo-a por autogeração, ou geração espontânea a se transformar no Núcleo Central Cósmico e iniciar aí a geração e a expansão das suas subcentelhas, pois essa consciência auto gerada seria a Centelha Maior, a se espalhar gradualmente pelo Universo em miríades vibratórias, formando os corpos e corpúsculos, espaços e seus tempos equivalentes, a luz e a sombra, o bem e o mal, o positivo e o negativo, que passam e se transformam retornando a Deus após adquirirem as altas vibrações divinas, mesmo em suas micro partículas energéticas.

Pode-se considerar então que um micro-organismo, uma simples bactéria ou seu simples miasma seja Deus? Sim, ela é Deus por tempo determinado, o tempo que ela levará para consumir ou transformar um organismo, seja no campo dos mundos visíveis ou no campo dos mundos paralelos, invisíveis. Tudo é corroído pela bactéria do tempo, cuja função é a de sempre transformar tudo, em busca da evolução, apesar de causar dor em organismos temporais, “passageiros dos espaços temporais”, impulsionados por ela, a bactéria do tempo. O tempo, sem dúvida alguma, é a bactéria do Universo!

Dentro desse conceito, alguém continuará perguntando: qual o papel da Centelha-Deus? O papel da Centelha é entrelaçar-se energeticamente ao tempo através do espaço e neste, estão incluídas a sombra e a luz, o vácuo, a inércia e o movimento, o micro e o macro, o visível e o invisível, a objetividade e o sentimento, a saúde e a doença, o positivo, o negativo e o neutro, o mal, o bem. Tudo são átimos, partículas infinitesimais do tempo e os relativos espaços ocupados em seus “habitats” e estes, em seus universos, e estes ainda, no Universo Cósmico-Sideral.

Por isso, todos somos deuses, pois somos as Centelhas oriundas do Núcleo e para Ele retornaremos, para voltarmos a ser Deus, mas enquanto isso não acontece, entremos em sintonia com Suas Forças Criadoras e Regeneradoras, através de outras Centelhas mais experientes, mais elevadas que saíram Dele antes de nós e que após muitos sacrifícios e desprendimentos, já desintoxicadas dos fluídos e peso material, galgando degraus mais altos, possuindo mais facilidade de ascensão do que nós; poderão interceder, porém se “orarmos para nós mesmos”, com firmeza e sintonia (fé) conseguiremos ótimos resultados na posição de deuses que também somos, operaremos milagres. Há os deuses do mal, da negatividade, por isso a existência da eterna luta entre o bem e o mal dentro do Universo, principalmente em planetas na fase de evolução, mas apesar de ambas as facções serem da mesma origem e possuírem seus campos próprios de atuação e terem a mesma potencialidade, o predomínio será sempre do tempo da luz que incide sobre o tempo das trevas, pois a luz é ativa e positiva, age de forma avassaladora sobre esta que é passiva e negativa, sugadora, e sem destruí-la a afasta para outros recantos do Universo onde se necessitará de sua atuação catalisadora assim como são os “Quasars” ou “Buracos Negros” do Universo, os quais, são a antítese do Universo progressista. Em seus interiores, as energias estão em eterna convulsão e se expandem para outros tempos. São eles, os catalisadores e geradores cósmicos siderais, reatores e propulsores da gigantesca nave que é o Universo. Mas nenhuma destas facções escapará a ação do tempo que é infinito e passará sobre ou por dentro delas todas.

O tempo é tão dominador e simultaneamente tão vasto, que abrange o passado, presente, o futuro e, para os seres que desenvolveram as propriedades da clarividência e da psicometria lhes é possível percorrer em segundos os fusos do Eterno Presente, viajando em suas “máquinas do tempo particulares” que são seu conhecimento, sua experiência de centenas de reencarnações em vários orbes, tendo adquirido sobre suas Centelhas e registrados em seus “Registros Akáshicos” esses tipos de propriedades, indo até o mais longínquo e remoto passado milenar, ao próprio presente atual e ao futuro, também longínquo e remoto, com riqueza de detalhes. Isto porque o tempo registra tudo de forma compactada e como um imenso ou vasto computador prevê pelas somatórias dos seus “bits e bytes” iniciais, o que ocorrerá infalivelmente se uma vontade maior não quiser alterar os cursos ou rumos dos acontecimentos previstos. Por exemplo: a tão aguardada chegada em nosso Sistema Solar, do gigantesco planeta Sidérius, prevista na Bíblia há mais de dois mil anos. E chegaria em fins de 2005, contudo até esta data não chegou, mas se atrasou em virtude do tempo dos Sistemas Solares e de seus planetas e da massa imensa de seres que os habitam, estarem tomando providências para desviá-lo de sua rota milenar, afinal de contas todos aqueles seres são Centelhas como nós, e como nós também são deuses, têm o livrearbítrio, suas inteligências poderosas, conquanto negativas tentam a todo custo se livrarem do desterro que os espera há milhares de anos e só fazem por atrasar os acontecimentos, mas o tempo continua e infalivelmente Sidérius aqui chegará e fará as modificações previstas pelos Engenheiros Siderais. Dornete, o líder da nave-mãe que vem acompanhando o seu percurso continua nos informando de que Sidérius se encontra no segundo Sistema Solar mais próximo do nosso e talvez, ainda antes do fim do ano terrestre de 2012 ele dará o ar de sua graça aos cientistas do nosso Sistema Solar e da Terra que atônitos não saberão o que explicar. Esta é uma previsão que qualquer ser em sã consciência gostaria de não acertar, pois todos estaremos envolvidos e será “um salve-se quem puder”, para que cada um possa pairar em pedestais vibratórios mais altos e isentos dos seus tentáculos!

O interessante, é a constatação durante essas viagens psíquicas ou astrais, através da psicometria e clarividência ou do que denominamos “mentografia”, que abrange todos esses fenômenos, mais a escrita intervivos a longa distância, de que, esses fusos horários se estreitam e aquilo que levaríamos dias para fazer viajando com o corpo físico, levamos apenas duas a três horas viajando com o nosso “duplo etérico” mais o Perispírito (corpo astral). Isso significa que o tempo continua o mesmo em sua extensão ou amplitude, mas a velocidade de “nossa mente-duplo-etérico-Perispírito” é aumentada e irrestrita quando é movimentada pelo conhecimento, pelo saber. Apesar do tempo ser o dominante e abranger a tudo e a todos, pois ele é “gigantescamente imenso”, pode-se dizer que, a mente que é o Espírito, ou a Alma (vamos defini-los no final), quando revestida da energia plasmática que compõe os espaços cósmicos siderais, e esta energia só se agrupa sobre a mente sábia e experiente em universalidade, consegue transpor os fusos temporais numa velocidade “incomensuravelmente vertiginosa” sem sofrer qualquer colapso ou dano de qualquer espécie, sem qualquer atrito e isto é feito no exato momento do “aqui e agora”. Por exemplo: a viagem sai agora para retornar agora. Não sai hoje para retornar amanhã. Entretanto, pode, naquele exato momento ir até milênios atrás, ou ainda, ir até o amanhã ou até o futuro longínquo e retornar imediatamente, ou no atual “presente instante”, porém isso só poderá ser feito por um Espírito poderoso, sábio o suficiente para dominar as partículas do tempo, “os átimos”, pois sua sabedoria o atrairá a outros pólos do Universo, quando então se juntará às outras mentes afins, de igual potencial que o ajudarão imediatamente na travessia ou na viagem que pretenda fazer. Essas mentes unidas se entrelaçam no Universo e se utilizam das partículas do espaço (átomos) e do tempo (átimos), fazendo com que elas componham seus trilhos, seus dormentes, suas estradas, seus túneis, como se queira denominar, e saem pelo Universo afora e adentro, mesmo despidas de qualquer meio de transporte comum, tais como: veículos, naves, e etc.

Todos corpos sólidos, gasosos ou energéticos, têm sua barreira no tempo, só a mente sábia não a tem. Todos aqueles corpos sofrem deformações, compressões, desvios, decomposições e até composições; a mente sábia, não. Ela adquiriu a energia universal sobre si mesma que a tornou, por assim dizer, volátil e super veloz.

A mente sábia, não possui engrenagens ou artificialismos de qualquer ordem, porém, ela só é impedida de fazer a travessia do tempo se lhe faltar a sabedoria e o conhecimento, com estes ela tem o poder, a propriedade de sintonizar as altas frequências de outras mentes poderosas de todos os quadrantes do Universo, as quais, estão sempre a sua espera para o devido impulso necessário a essas e outras finalidades maiores como, para fazer a travessia cósmica-sideral. Quando estamos em contato com seres de outros Sistemas Solares ou de outras Galáxias distantes, não importam as distâncias em que eles se encontrarem, o estaremos fazendo no mesmo instante e as respostas serão imediatas, e não como pensariam alguns que a transmissão mental tenha ocorrido anos ou milhares de anos antes para chegar até nós hoje. Com a mente isso não ocorre, pois a sintonia se dá simultaneamente entre os dois lados, e não sofre qualquer barreira sideral, pois não é mecânica e não depende de pulsações elétrico eletrônicas.

Portanto, o tempo tudo abrange; abrange até a mente, mas concede a ela a possibilidade de percorrê-lo, em retribuição ao conhecimento adquirido através dele, doado por ele.

A mente tem sua origem no Núcleo Central Cósmico e só ela retorna a ele, através do tempo, tempo sem tempo, pois dependerá unicamente dela querer ou não retornar ao Criador, de forma mais rápida ou mais lenta, mas só conseguirá esse feito com o emprego de sua sabedoria e conhecimento, positivos e elevados.

O tempo, mal comparando, para vocês terrestres, é como se fosse um cavalo selvagem que depois de dominado com perícia e sabedoria, concede ao cavaleiro o prazer de montá-lo e sobre ele transpor caminhos, vales, rios e montanhas na velocidade que ele, cavaleiro, assim o quiser.

Não há nada no Universo que impeça o tempo de transcorrer, nem mesmo Deus o impedirá, pois Ele próprio, Deus, está condicionado ao tempo. Se os seres humanos mais evoluídos de outros orbes como o nosso (Marte), ou outros ainda em locais diferentes no Universo, ou ainda, algum mago ou cientista, entre vocês terrestres, conseguisse deter o processo de envelhecimento e descobrisse o “elixir da longa vida ou da juventude eterna”, estacionando assim seu corpo físico no espaço físico ou energético, ainda assim, não deteria o tempo a sua volta. Veria tudo passar, se deteriorar, se transformar e esse mago ou cientista seria atropelado um dia pelas partículas temporais atímicas que o colheriam inapelavelmente através dos fusos atômicos da matéria ou do seu próprio Perispírito, o qual, é para vocês, ainda um corpo invisível energético, porém ainda assim, matéria rarefeita. Portanto, o tempo é invencível, indestrutível, caminhará eternamente, abarcando o Universo e tudo o que houver dentro ou fora dele.

“De Onde Viemos, O Que Somos e Para Onde Vamos? Viemos do tempo, somos o tempo e Vamos para o tempo!”. Em busca do saber, do conhecimento e da verdade! “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!”.

Utilizando-se da linguagem da cibernética, empregada entre vocês, eu acrescentaria, que no tempo Universal nada é gravado de forma cronológica ou serial, mas sim, de forma randômica, ou seja, aleatoriamente, e pode-se buscá-la da mesma maneira aleatória. No início, no meio ou no fim, ao mesmo tempo, numa velocidade incrivelmente rápida, a velocidade mais rápida do Universo. A Velocidade da Mente!

Até a próxima, irmão Valliss, do teu Alléss (Verchs), Marte.

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Violinista Aposentado e Autor Contatado

Nascido em 1935, autor contatado por extraterrestres, cursado em Ciências contábeis, Economia, Análise de Sistema e Música. Serviu como Diretor Técnico da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, São Paulo, por 10 anos, onde pertenceu como “naipe” dos primeiros violinos. Fez estudos de Parapsicologia e Desenvolvimento Paranormal, enquanto alinhava os fatos que vinham lhe ocorrendo desde os seus 8 anos de idade, com relação a vidência, aurividência, e os contatos diretos com seres de outros planetas. Com sua falecida primeira esposa, fez um trabalho de mais de 36 anos de estudos e catalogações de variadas fenomenologia existentes.
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