Indutores Psíquicos E Psicológicos
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Indutores Psíquicos E Psicológicos

postado em: Domingos Yezzi, Extraterrestre, Iluminação, O DNA do Espírito e os ETs 0 |
Duração da Leitura 22 minutos

Considerando o uso de talismãs, colares, correntes, anéis; a adoração de santos; se basear na palavra da Bíblia, flores, comidas, bebidas, velas, rezas, orações, benzimentos, plantas, sacrifícios de animais, de pessoas, a crença nos Elementais, nos elementos da Natureza, e outros ritualismos de vários tipos e formas; há necessidade desses ritualismos? Tudo isso é crendice popular? Males necessários ou bem pragmatizado?

Este texto foi extraído e revisado do seu primeiro livro “O Que os Extraterrestres Pensam e Esperam de Nós?!” de 1997. Supervisionado pela Entidade Espiritual chamada Hunessue, médico que viveu no Egito, há aproximadamente 3000 anos. Natural de Nínive na antiga Mesopotâmia, e que por apenas ter levantado os olhos quando o cortejo de uma princesa egípcia passava na rua, à sua frente, foi emparedado vivo! Lá permanecendo até meados dos anos 60 de nossa era, quando então este autor mais uma equipe de socorristas espirituais, o libertaram daquela prisão astral. Desde então Hunessue, que é loiríssimo, pois não era egípcio, sendo considerado pelas autoridades egípcias da época como mais um prisioneiro, vem acompanhando este autor e tem proporcionado através dele, muitas curas para o corpo e para a Alma, daqueles que o tem procurado.

O ser humano da Terra necessita, desde os seus primórdios até o momento, de uma espécie de bengala mística, uma autoafirmação, perante ele próprio e a sociedade onde vive; e temente a Deus, como sempre lhe fora ensinado, precisa se mostrar crente em alguma coisa ou algo superior, mesmo que este seja totalmente desconhecido para ele; para poder seguir em frente com sua vida e com seu progresso. Eu chamo a tudo isso de: INDUTORES PSÍQUICOS E PSICOLÓGICOS, sem os quais, esse mesmo ser humano não consegue viver e nem se desvencilhar dos seus problemas, dogmas e preconceitos.

Num planeta superior, onde as humanidades estão em contato e comunhão direta com as Altas Energias oriundas do Núcleo Central Cósmico, não existem esses tipos de manifestações humanas, as quais da forma como são praticadas na Terra, não teriam qualquer utilidade. Numa humanidade, em que seus seres praticam abertamente, livremente a força mental e a comunicação telepática, nada é feito às escondidas, ninguém teme que seu semelhante possa engendrar qualquer ato físico ou mental contra quem quer que seja. Quando há alguma dificuldade a ser transposta, todos se reúnem, em comunhão de pensamento ou em uníssono e solicitam esclarecimento e ajuda de suas Entidades mais elevadas que se situam no Astral Superior de seu planeta. Por conseguinte, não existe o assim chamado Astral Inferior, pois também não existe entre aquelas civilizações, qualquer ato físico ou mental negativo, ou sequer um pensamento reprovado. Toda a humanidade, como um único bloco, pensa no bem-estar de seu planeta e de seus semelhantes. Não existem Entidades inferiores, consequentemente, não há a proliferação da maldade, do negativismo e da destruição. O que existe é uma busca incessante da construtividade, do progresso da coletividade e da correspondente vibração planetária positiva no concerto de seu sistema planetário com profusão e expansão para a Galáxia à qual pertencem. Desta forma, tudo que ensejam e produzem, tanto física como espiritualmente, reflete dentro e fora do seu planeta, retornando em energias positivas, sobre todos os seres de sua humanidade.

Os parâmetros de Consciência Cósmica de cada ser evoluído, técnica e espiritualmente, são bem diferentes dos parâmetros encontrados em cada ser e na totalidade da humanidade terrestre. Enquanto lá eles enaltecem a grandiosidade de seu planeta e de seus habitantes, na Terra é enaltecida a Lei da Vantagem, a Lei da Esperteza, da Burla, da Enganação e principalmente a Lei do Negativismo Doentio. O ser humano terrestre produz sobre si próprio, os vários tipos de doenças existentes, produz os conflitos sociais entre seus semelhantes, faz brotar a insegurança pessoal e a desconfiança em si próprio e em seus governantes, os quais, por sua vez, fazem tudo para merecer esse descontrole e desarmonização. As religiões existentes, em sua maioria, calcadas no lucro financeiro que extrai dos incautos, que crentes e desamparados de uma fé mais cônscia em seus poderes intrínsecos e nos poderes de suas Entidades Espirituais Maiores, se deixam levar pelo engodo do dízimo e da contribuição “voluntária” e com isso, ingenuamente enganados, enriquecem seus líderes e prepostos. Aquelas religiões que se utilizam das palavras da Bíblia, fazem com que seus adeptos acreditem fielmente que tudo o que lá está escrito é a pura expressão da verdade e, se não foi escrito, foi ditado pelos seus líderes espirituais fundadores; e com isso, sem duvidarem e nem desconfiarem das atrofias, das interpolações literárias, das traduções feitas bem após a morte desses líderes; feitas por semianalfabetos, feitas de má-fé, com o firme propósito de confundir a população da época, quando predominava a ignorância e a crendice, fazendo-os crer em inverdades e numa falsa realidade dos fatos que realmente ocorreram com todos aqueles Avatares. E assim, essas explorações chegaram até nossos dias, agora protegidas e expandidas pelas Mídias, que chegam mais rapidamente a cada ser humano, ao interior de cada lar, atingindo velhos e moços, homens e mulheres, meninos e meninas; sem o menor escrúpulo. As contribuições vertem como grandes cachoeiras de dinheiro sobre os bolsos e cofres de todos eles, e nem assim esses infelizes crentes, conseguem o alívio para as suas dores morais, físicas e mentais, recorrendo então às mais variadas formas de obterem proteção do Alto. Os Evangélicos recorrem às palavras da Bíblia, buscando “a palavra do Espírito”, sem levar em conta o Espírito das Palavras; os Católicos buscam proteção nos seus mais de 700 santos e na confissão de seus pecados para alguém que eles nem desconfiam que ele possa ter mais pecados que todos eles juntos, nos seus crucifixos e penduricalhos; outras seitas e religiões buscam o auxílio de seus “pais de santo”, nos “patuás”, nas oferendas, nas plantas e nos Elementais da Natureza, nos “mantras”, nos sacrifícios de animais e até nos sacrifícios humanos, que são realizados por fanáticos induzidos pelo negativismo reinante, justamente porque na Terra existem os vários planos astrais, o inferior, o médio e o superior.   

Todos esses ritualismos, devoções e fanatismos, infelizmente, são MALES necessários, enquanto a humanidade da Terra continuar nesse nível espantoso de atraso, de falta de conhecimento e de amor ao próximo. O ser humano para se sentir protegido, tece alguns parâmetros pessoais de certos tipos de crenças, os quais, se ele não fizer, vai se sentir menos protegido e mais temeroso a Deus, o que demonstra o inequívoco atraso espiritual. Por exemplo: ele precisa fazer uso das palavras bíblicas, dizê-las em voz alta, porque não consegue ouvir seus pensamentos, precisa desse subterfúgio para fazer com que Deus o ouça e atenda a seus pedidos, mesmo que esses pedidos sejam contrários aos seus semelhantes. Precisa se ajoelhar frente a um dos 700 santos inventados pela Igreja e dentre estes, quase 300 santas, para que seja atendido em suas preces, muitas das quais feitas maquinalmente, sem a conscientização de que elas assim, não terão qualquer valor, pois não são vibradas elevadamente e não seguem o caminho espiritual desejado. Retornam a seu emissor, mais carregadas de negativismo; pois elas agem como imãs pegajosos atraindo tudo o que for de ruim e que foi exalado em suas imediações, por outros pedintes ignorantes e menos avisados. Desta forma, vivem-se hoje em dia os mesmos costumes e amedrontamentos dos homens das cavernas, que temiam tudo o que desconheciam, sem, no entanto, nada fazerem a si próprios para descobrirem o sentido da vida entre si e com seus semelhantes, além de procurarem compreender a Natureza. Tudo isto foi trazido até nossos dias, agora com mais frieza e calculismo maldoso, premeditado por aqueles que se acham donos da verdade e se utilizam dela, ou das meias-verdades para subjugar seu semelhante.

Numa humanidade evoluída, o padrão vibratório mental está nivelado nas faixas ultra-elevadas e em contato contínuo com os Centros Geradores de Energia Positiva. Estas, por sua vez, já se situam em contatos nivelados com as Entidades Superiores, as quais, por sua vez também, já estão ligadas diretamente ao Núcleo Central Cósmico. Por essa e outras razões, aquelas humanidades dispensam o uso de indutores psíquicos e psicológicos, pois o escoamento das Energias Positivas ou mesmo Negativas (as quais, estudaremos mais adiante), seguem diretamente através delas para seus pupilos que as canalizam diuturnamente, com seus pensamentos sempre em sintonia. Não há falhas e, portanto, ninguém fica desprotegido ou temeroso de que não possa ser merecedor daquela proteção divina. Desta forma, tanto a humanidade como o planeta evoluído, formam ao seu derredor uma couraça radioativa protetora, que repele ou desintegra qualquer tipo de vibração negativa que se dirija sobre eles. Isto quer dizer que, o indivíduo que se mantiver acesso, com seu campo de força ou aura vibrando luzes positivas, as quais vêm do interior de cada um e formam a luz grandiosa do planeta em que vive, já por si só, é seu defensor, e, ninguém abaixo dele conseguirá interferir no seu “modus vivendi”. Não devemos esquecer que, muitos seres evoluídos pertencentes a outros planetas evoluídos, têm seus irmãos em missão construtiva ou mesmo cármica, residindo entre seres de humanidades e planetas em evolução, como a Terra, e podem receber destes as vibrações inóspitas e mesmo negativas; oriundas do seu novo “status” de vida e de seu novo “habitat”, e estas podem tentar perturbar-lhes em sua situação física, mental e espiritual privilegiada, mas que será repelida por esse campo de força pessoal e planetário, sem que ele necessite recorrer a santos, patuás; reza brava ou palavras bíblicas, muito menos às oferendas e sacrifícios de animais e de seres iguais a ele. Infelizmente, o ser humano terrestre aprendeu mais facilmente a fazer o mal e a usar seus bons conhecimentos das energias negativas, para proveito próprio, para tirar vantagens contra seus semelhantes e como armas vingativas, contra seus inimigos. E assim, veio adquirindo sintonia e ajuda de Entidades afeitas ao mal e estacionadas no baixo astral, as quais, em troca de “favores” e “oferendas”, se prestam a todo tipo de manipulações de magia negra; que surtem efeito sobre aqueles que eles consideram seus inimigos ou algozes, ou pressintam que possam a vir a incomodá-los no futuro, porém esses resultados “favoráveis” só são obtidos contra aqueles que estejam desguarnecidos auricamentente; consequentemente, estejam com suas defesas mentais e espirituais abertas e também em sintonia com o mesmo diapasão de má conduta que a deles. Assim, se pode deduzir que, o mal só consegue adentrar nos meios sociais da mesma afinidade! Jamais conseguirá penetrar ou perturbar pessoas, atingí-las ou atingir seus familiares ou ainda, o meio social onde vivem se não forem dadas as chances ou a abertura para isso, assim sendo, o mal e seus adeptos jamais progredirão com seus feitos. Portanto, aqueles que fazem o mal, usam de seus dons e poderes, e o fazem sempre auxiliados por Entidades afeitas e conhecedoras das formas de manipulação das energias deletérias, pois já vivem dentro delas e em constante sintonia. Pode-se dizer que, a mesma fé “que remove montanhas” que deveria ter aqueles que buscam o auxílio do Alto; os negativos têm essa mesma fé voltada para o sentido contrário, ou para o Baixo. A tenacidade, a força de vontade, a objetividade, a convicção, a dedicação, a isenção do sentimentalismo vão, ou seja, do “sentimentaloidismo”, deve prevalecer sempre em todos os casos e para ambos os lados, se quiser alcançar o tão esperado êxito ou os “milagres”, os quais, tanto podem ocorrer do lado positivo, quanto do lado negativo; afinal, os dois lados se originam do Núcleo Central Cósmico – Deus! Em qualquer uma das facções, a mediunidade, a intercessão dos dons medianeiros de todo o ser humano, é o fator principal para a realização do intercâmbio dessas energias, sem o que, não haverá resultado algum! Alguém perguntará: mas então todos os seres humanos precisam ser médiuns? A resposta seria a seguinte: todos os seres humanos já são médiuns “in potencial”, são, portanto, intermediários entre os vários campos energéticos que formam o Universo e seus Mundos. Uns menos outros mais, porém, todos são intermediários, basta apenas que nos dediquemos com mais afinco, com mais objetividade e isentos das paixões infantis, que assolam a toda criatura em desenvolvimento. Isto quer dizer que, temos que ser maduros em nossas ideias e ideais, não se pode vacilar quando tratarmos dos assuntos que requerem firmeza e objetividade. Esta objetividade e firmeza devem existir desde quando pensamos em pedir auxílio as Entidades, ou aos Santos, ou ainda quando nos utilizamos de apetrechos, tais como: amuletos, crucifixos, jóias e colares, plantas e medicamentos, quando fazemos oferendas, quando ensejamos fazer talismãs ou “voodoos”, sobre os quais devem estar impregnados das energias daqueles a quem pretendemos atingir ou auxiliar com o nosso poder de cura. Quando fizermos o uso de benzimentos, utilizando óleos aromáticos ou não, aromas e perfumes, incensos e defumadores, sais e águas bentas. Tudo tem que ser feito com carinho e dedicação arrojados, veiculados, direcionados a quem pedimos e a quem desejamos ajudar ou curar. Nada poderá ser feito sem a fé convicta, sem a força interior firme e objetiva.

Por incrível que possa parecer para alguns, principalmente para aqueles que pensam saber tudo e ao mesmo tempo em nada acreditam, todas as manifestações da Natureza são reais, ainda que intangíveis algumas, as quais são avistadas e sentidas através da mediunidade de vidência e por aqueles predestinados que possuem a sintonia fina com determinados seres, como: os Elementais, que surgem em forma de Gnomos, Duendes, Salamandras, Sacis, Sereias, e outras como jovens em forma de cobras; e milhares de outros tipos, tanto dentro do nosso país, o Brasil, bem como, em todos os demais países e recantos do mundo, tanto na terra, no mar, no ar, no fogo; todos são reais, existem mesmo e são por assim dizer, frutos dos elementos aos quais governam. Esses seres esquisitos, para muitos, são gerados dos próprios elementos onde vivem. São Centelhas ou fagulhas, administradas por poderosas Entidades sobre aqueles elementos, dando àqueles, a possibilidade de gerarem; seus respectivos defensores, facultando-lhes o resguardo e a propriedade de poderem se propagar pelo planeta em todos os sentidos. Os Elementais são, por assim dizer, os “anjos da guarda” dos elementos, como o fogo, as faunas e floras, as águas dos rios e dos mares; cada um com suas respectivas características, os minerais, tais como; as pedras preciosas, o ouro, o ferro, a bauxita e por aí afora. Para os humanos, que possuem a convivência direta com os elementos, se torna mais fácil invocá-los e solicitar-lhes as devidas proteções e interveniência junto aos seus elementos; razão pela qual, o planeta Terra está ficando cada vez mais exposto e desprotegido; pois o ser humano avaro; que com a sua cupidez e irresponsabilidade está exterminando com as matas, liquidando com a flora e a fauna, com os minerais, poluindo os rios, mares e ar; afugentando com os infelizes Elementais, que atarantados não sabem para onde ir e abandonam seus elementos, os quais, desgovernados, bombardeiam a humanidade com as hecatombes e desequilíbrios que causam a morte de milhares de seres. E pelo desenrolar dos acontecimentos, o clima da Terra atingirá patamares de aberrações telúricas, jamais vistas durante esses últimos 10 mil anos, o que será o fim da raça humana nos moldes atuais. Portanto, de nada resolvem as rezas, os patuás, as palavras bíblicas, os santos e as santas, as oferendas e os mil sacrifícios que esse endiabrado ser humano terrícola apronta, se ele mesmo destrói tudo o que toca! O aquecimento global é fruto dessa irresponsabilidade, e se faz necessário urgentemente uma reciclagem dos costumes, da educação, do meio ambiente, do senso de responsabilidade do ser humano, que de forma geral, está desconectado do seu “habitat”, do seu mundo.

Lembrando que, o amor, aliado a fé, ao senso de responsabilidade, conectado ao bom uso da mediunidade para a formação da interligação com as Entidades elevadas, e aos princípios nobilitantes elevam a consciência humana; desde o berço até aos mais altos níveis de divinização, desprezando qualquer outro tipo de poder ou indutor, pois o amor assim composto, restabelece a aura, regenera as células, promove o equilíbrio endócrino e do metabolismo da essência psicossomática da humanidade. Bastaria que o homem se ligasse nesse conjunto de forças, guiado por grande intelecto e com sabedoria, para que não mais ele precisasse de qualquer outro dispositivo pragmático ou ritualístico. Os seus chákras e plexos estariam equilibrados e girando uníssonos “da direita para a esquerda” sobre seu conjunto psicossomático, que são: seu Espírito, sua mente e seu corpo físico. Equilíbrio e sabedoria esse deveria ser o binômio de cada ser humano terrestre.

As regras do saber, do conhecimento e por incrível que possa parecer; do desconhecimento e da ignorância, passam invariavelmente pela Mediunidade em seus variadíssimos tipos de variações, que vão desde a vidência, passando pela psicometria até a mediunidade de efeitos físicos, e todas requerem uma dosagem de magnetismo pessoal, individual; desde um simples olhar até um “olhar seca pimenteira”, passando pelo simples toque de mãos, até uma massagem; e um passe magnético com as mãos, seja ele na vertical ou na horizontal. Para todos os casos ou tipos, há sempre a necessidade da existência da vontade férrea de quem está ministrando e de quem está recebendo. Tem que haver o fio condutor entre uma parte e a outra. Tem que haver o desejo de fazer o Bem ou o Mal, e a permissão daqueles que estão recebendo, de quererem receber ou de deixarem o campo aberto com suas falhas e defeitos, para que cada uma dessas ações encontre respaldo e seja assimilada, caso contrário, não haverá resultado, nem positivo e nem sequer, negativo.

… esses elementos estarão à mercê de todo o tipo de energia, quer dizer, estarão com as assim chamadas “linhas cruzadas”, e tanto poderão ministrar o bem-estar, como o mal-estar.

Domingos Yezzi

Todo e qualquer sacerdote, padre, bispo, mago, pai de santo, bruxo ou bruxa, médium, sensitivo, intermediário, desta ou daquela religião, desta ou daquela seita ou filosofia; entra em sintonia férrea com os poderes do Alto (positivos) ou com poderes do Baixo (negativos), atrai sobre si próprio ou sobre os seus, qualquer um dos mananciais de tipo de energia (positiva ou negativa), e só após estar imbuído dessas respectivas forças, terá o poder suficiente para poder ministrá-las. Caso não haja essa observação, esses elementos estarão à mercê de todo o tipo de energia, quer dizer, estarão com as assim chamadas “linhas cruzadas”, e tanto poderão ministrar o bem-estar, como o mal-estar. Temos que levar em conta o assim chamado “animismo”, que ocorre quando qualquer um quer impor a sua vontade, os seus interesses à frente dos objetivos das Energias que recebe; ou da Entidade, que através de sua mediunidade ou dom, tenta repassar essas energias para aqueles que as buscam. Razão pela qual, muitos sacerdotes, muitos médiuns, muitos bispos, muitos apóstolos e diáconos, dessas várias religiões e seitas existentes na Terra não conseguem obter os resultados que esperavam, pois além de não se entregarem com devoção a esse mister, ainda se deixam levar pela usura, pela cobiça, pelos pensamentos emaranhados, confusos, que estão portando naqueles momentos, de suma importância para as canalizações das respectivas energias, boas ou más. Desta forma, O Núcleo Central Cósmico, faz suas irradiações para todos os cantos e recantos do Universo, como se fosse uma Usina Elétrica de milhões de volts, mas para recebê-las e distribuí-las cada ser humano, não importando o “status” que possa ocupar na sociedade ou na Comunidade Religiosa ou Filosófica em que vive, tem que se predispor a ser um “distribuidor”, ou “condensador”, um “transformador” ou um “catalisador” e um “neutralizador” dessas altas energias, as quais serão modificadas para o Mal ou para o Bem, dependendo de quem vai saber usá-las e de quem vai saber receber. Apenas como lembrete: nunca é demais salientar que, a energia elétrica move quase tudo na Terra, mas ela também pode matar. Pode fazer esquentar, pode fazer gelar, dependendo apenas dos mecanismos de uso para seu bom aproveitamento. Da mesma forma são as Energias Divinas. Mesmo que isso cause estranheza em alguns, percebemos que é a pura realidade. Caso contrário, como poderiam conviver, par e passo, o Bem e o Mal? Se ambos se originam da mesma Fonte Criadora?

Se cada indivíduo se compenetrasse em que ele mesmo pode ser um canalizador, transformador e neutralizador das Altas Energias Criadoras; com certeza não haveria a maldade, a doença, os desajustes sociais, o negativismo e outras mazelas, as quais afastam do ser humano as possibilidades de autocura; e cada vez mais surge o aumento da necessidade de existir intermediários, prepostos por ele próprio e seus líderes religiosos, para intercederem por ele junto a Divindade, à base de dízimos e contribuições de toda espécie.  

Cada ser humano é um médium ou sensitivo “in potencial” como já foi mencionado, e deverá se compenetrar que a cada ação de seus pensamentos ou atos, virá uma reação em sentido contrário; trazendo até ele ou sobre ele, tudo aquilo que de mal ou de bom, ele remeteu ou fez contra seu semelhante. Ele não deve se esquecer de que sendo assim, todos os seres humanos, independentemente de seu poder aquisitivo, sua crença, sua cor ou raça, possui suas Entidades protetoras, que zelam por ele desde antes do seu renascimento e que, por conseguinte, se ele próprio se ajudar ou for zeloso por seu “quantum” vibratório; elevando sua moral, seus atos na sociedade onde vive, mantiver sua aura magnética acesa positivamente, carregará sobre si, todos os tipos de proteções, quer sejam físicas, quer sejam espirituais. Nada de mal lhe acontecerá, esteja ele onde estiver ou frequente o que frequentar. Logicamente, deverão ser levados em conta seus atos e ações do pretérito, de vidas anteriores, pois se ele tiver contra si um carma atávico, não haverá proteção que o resguarde, contanto, possa esse carma ser amenizado. Aquele meu ditado: “Ai de ti ou feliz de ti, no dia em que teu passado encontrar o teu presente!”. A Lei da Álgebra da Matemática Divina, o colherá inapelavelmente, dando-lhe as devidas diminuições e somatórias, prevalecendo sempre o sinal do maior. Ou seja, se ele produziu muito mais mal do que bem, mesmo que ele, na vida atual, produza mais bem do que mal, nem sempre essa produção de hoje será o suficiente para inverter o sinal negativo de ontem! Se, ao contrário, ele tenha produzido em seu passado mais bem do que mal, poderá ter seu sinal positivo aumentado ainda mais, com apenas uma só ação de bondade!

Portanto, não é o Núcleo Central Cósmico – Deus, que agirá como um ser vingativo e temerário que o punirá, mas sim, ele próprio com suas ações e reações. “– Não cai uma folha de árvore seu que o Pai saiba”, “– A cada um, conforme suas obras”, “– Não vim para mudar a Lei, mas sim, para cumpri-la”; (razão pela qual Ele também não escapou de Suas ações anteriores); “– O Pai nunca abandona a seu filho”; e na Lei da Física humana, “– A cada ação, uma reação em sentido contrário”.

O Mal, que predomina hoje em dia, em várias localidades do Universo, e principalmente dentro de um planeta em evolução como a Terra; é o resultado dos choques e entrechoques, das ações e reações, entre as forças positivas e negativas, as quais, sempre foram frutos das mentes e Espíritos revoltados e obtusos; que sempre quiseram se adiantar ao tempo de seus merecimentos, não o conseguindo, pois esse tempo é o Regulador Maior das coisas e seres do Universo, apelaram por caminhos e atalhos que eles pensavam e pensam serem os mais rápidos; mas, há outro ditado popular: “Deus não tem pressa, a Justiça Divina tarda, mas não falta”. E assim, essa turba de alienados, passa de reencarnação em reencarnação, de mediunidade natural, em mediunidade de prova, que é aquela quando um sensitivo é obrigado a passar por situações de vidência, de clarividência, de psicometria, de psicografia, de efeitos físicos, contra sua própria vontade, o que lhe causa sofrimentos inimagináveis, aumentando-lhe os sofrimentos; as quais, muitas vezes, o levam às casas de saúde, prisões comuns, prisões judiciárias e manicômios. Portanto, a coisa é muito séria. E já é tempo da humanidade acordar para esses requisitos, que lhe são dados graciosamente pela Natureza.

Não devemos esquecer também que, a humanidade é, por assim dizer, um grande corpo psicossomático, com suas células, moléculas, átomos, elétrons, nêutrons e átimos, com seus plexos e chákras, sua aura ou campo de força, representados na figura de cada ser humano, vivente ou em Espírito; seja ele da esfera humana física mental ou espiritual, animal, vegetal ou mineral; tendo seus correspondentes diretos nas esferas cósmicas siderais; logo, sofrem soluções de continuidade, disseminando todo tipo de desequilíbrio em todos os reinos da Natureza, por isso, há a necessidade de indutores profiláticos, preventivos e até exterminadores das “bactérias formas pensamentos” a fim de que estas não venham a se transformar em miasmas e bactérias físicas, causadoras das anomalias diretas sobre os seres humanos de todo o Universo.

Aproveitando o “gancho” por estarmos descrevendo o poder das energias, o poder das emanações mentais do corpo físico e do corpo espiritual, que são altamente poderosas nos dois sentidos, físico e espiritual, as quais, podem construir ou destruir os seres humanos e seu planeta; meu companheiro deste capítulo, meu querido e inseparável milenar amigo, Hunessue, aquele médico egípcio mencionado na abertura, que me pede para relatar um pouco da sua história, do seu nefasto episódio há 3000 anos atrás no Egito, mais ou menos lá pela 18ª ou 19ª Dinastia, quando ele, que era um estrangeiro e ao mesmo tempo era um escravo apanhado em sua terra natal, Nínive, na antiga Mesopotâmia, fora condenado sumariamente por ter tido a ousadia de levantar a cabeça e os olhos para uma princesa, que passava em sua liteira, num cortejo a caminho de seu palácio. A pena que lhe foi dada: o emparedamento. Ainda vivo, e se achando inocente, Hunessue, muito contrariado e magoado foi emparedado, morrendo após muitos meses no interior daquelas paredes, sofrendo dores terríveis no corpo e na Alma. Consequentemente, tornou-se vingativo e clamava aos Céus por um momento de vingança. Como isso não ocorria e aliado a sua falta de conhecimento dos poderes da mente e da Alma, morreu ali e ali permaneceu fomentando aquelas ideias. Enquanto isso, as emanações poderosas de sua mente foram engrossando, com energias deletérias, as paredes daquela sua prisão singular. A qual no decorrer do tempo desfez-se materialmente, porém, não se desintegrara energeticamente, ou seja, as paredes de concreto se desintegraram, mas as paredes que ele mesmo construíra energeticamente em volta de si próprio, permaneceram rigidamente indevassáveis durante milênios. Isto porque ele não perdoava seus algozes, além do que, reivindicava se vingar de todos eles. Com isso, apesar dos seus inimigos já terem sido punidos pelo próprio carma de cada um, durantes as dezenas ou centenas de reencarnações de prova que tiveram após. Ele, Hunessue, não se percebia de que o tempo passava lento e impassível, enquanto ele se martirizava. Só após muitos anos, mormente agora durante o Século XXI, ele despertou daquele seu torpor vingativo e iniciou suas súplicas aos Céus para que o tirasse dali e que ele perdoara àqueles que lhe haviam feito aquilo; pois ele se conscientizara de que havia infringido as normas e as leis da época, que além de serem implacáveis eram mais duras ainda com aqueles que eram considerados escravos dos egípcios. Foi quando numa noite em reunião de “canalização” mediúnica, com minha primeira e saudosa esposa Ceição e mais alguns amigos sensitivos, fomos todos em conjunto, levados a ver um ser que bradava, clamava desesperadamente de dentro de quatro paredes, na época do Antigo Egito. Fomos espiritualmente até ele, mostramos-lhe que estávamos pondo abaixo aquelas paredes, e foi quando ele se sentiu livre e prostado de joelhos à nossa frente chorava de mãos postas e erguidas, agradecendo-nos e a Deus por estar liberto daquelas amarras espirituais. Aquela cena nos emocionou no fundo de nossas Almas, e o pranto foi geral.

Desde então, nunca mais Hunessue se separou de nós. Vem nos acompanhando em todos os nossos afazeres, e trabalha na cura de pessoas a quem nos propomos ajudar; sempre com grandes resultados. Ele agora vai continuar sua missão conosco, até quando as Entidades Maiores assim o permitirem.

Não posso deixar de registrar nestas páginas, a minha leve desconfiança de que tive alguma participação naquele trágico episódio com ele, há mais de 3000 atrás! Nada me foi mostrado, mas, para um bom entendedor, meia palavra basta! Já o fiz, e não me incomodo de fazê-lo aqui mais uma vez: “– Hunessue, se eu tive alguma participação naquele seu infausto momento, peço-lhe humildemente que me perdoe e perdoe àqueles que comigo também tiveram alguma participação!”. Para tudo deve haver uma explicação, e o tempo é o melhor remédio para curar os males de nossa Alma!

Para os meus queridos leitores eu posso afiançar que, as emanações mentais e espirituais, as ações boas ou más que fazemos, irão nos beneficiar e iremos colher um dia, no presente, ou no futuro distante; e delas não escaparemos, de forma alguma!

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Violinista Aposentado e Autor Contatado

Nascido em 1935, autor contatado por extraterrestres, cursado em Ciências contábeis, Economia, Análise de Sistema e Música. Serviu como Diretor Técnico da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, São Paulo, por 10 anos, onde pertenceu como “naipe” dos primeiros violinos. Fez estudos de Parapsicologia e Desenvolvimento Paranormal, enquanto alinhava os fatos que vinham lhe ocorrendo desde os seus 8 anos de idade, com relação a vidência, aurividência, e os contatos diretos com seres de outros planetas. Com sua falecida primeira esposa, fez um trabalho de mais de 36 anos de estudos e catalogações de variadas fenomenologia existentes.

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