A Vinda de Jesus – Missão ou Carma?
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A Vinda de Jesus – Missão ou Carma?

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No assim denominado, dia da Paixão de Cristo, que conforme relato Bíblico, o Mestre foi crucificado, martirizado e, como dizem as seitas e religiões da Terra, levou para Si, ou trouxe sobre Si próprio, naqueles terríveis momentos, todas as culpas e erros da humanidade antes de Sua época e da humanidade depois de Sua época. Entretanto, pelo desenrolar dos acontecimentos desde a Sua vinda e até hoje, após dois mil anos de Sua morte, tudo indica aparentemente de que nada adiantou Seu sacrifício, Seu martírio e Sua morte e Ele não ter conseguido Seus objetivos, bem como, falharam as metas do Altíssimo; e ainda, Sua presença entre os humanos só fez aumentar a culpabilidade, as guerras, as execuções em massa, os holocaustos, os estupros, os assassinatos, os raptos, os vícios de toda ordem, enfim a criminalidade, os desajustes, a malversação do dinheiro público pelos políticos, militares e potentados do mundo que, como aves de rapinas, como parasitas vorazes, devoram o erário público. A disseminação das drogas e suas consequências altamente destruidoras, dos físicos e das psiques da juventude mundial; que se entrega nas mãos de malfadados e impiedosos traficantes; que as leva a cometerem os mais absurdos e aberrativos crimes contra seus familiares; pais e mães desnorteados e desesperados que gastam seus salários e até suas riquezas em casas de saúde e hospitais tentando recuperar seus filhos, enquanto aqueles criminosos auferem lucros astronômicos, lucros vis e malditos, gerados com a corrupção dos sentidos e a sucção do tônus vital da atual humanidade. Quadrilhas imensas que já programam os seus lucros certos com orçamentos vultosos, a fim de poderem manter seu “status” de luxo e de luxúria, em grandes mansões e veículos e aviões do mais alto padrão de vida, enquanto os homens da Lei, aqueles que realmente são honestos, vivem na mais completa penúria. Aqueles indivíduos agem como um cancro pernicioso com seus tentáculos e raízes, desafiando todo e qualquer poder, mesmo os poderes do Alto, e assim de forma acintosa provocam milhões de mortes pelo mundo todo e a exaustão de todo um sistema social, desarmonizando os serviços de saúde pública mundiais, abarrotando as cadeias e manicômios com prisioneiros esquizofrênicos e dementes que se matam entre si e a seus dirigentes, na tentativa de continuarem internamente, as transações e vícios que mantinham lá fora.

Alguém perguntaria: “Para que serviu o sacrifício daquele ser iluminado, inteligentíssimo, bondoso, magnânimo, desapegado dos bens mundanos, conforme mencionam as Escrituras Sagradas?” O que representou aquela Sua vinda entre a humanidade da Sua época, e o que ainda representa para a humanidade atual, às quais Ele mesmo denominou de “raça de víboras”? A humanidade terrestre de todas as épocas sempre demonstrou um desregramento total, a despeito de muitos Avatares terem existido em seu meio, muito antes de Jesus! O que planejaram os Senhores dos Céus e Ele, para que o Messias viesse a nascer em local específico e se originasse geneticamente de uma linhagem de sábios, líderes e ao mesmo tempo de guerreiros acostumados a invadirem e aniquilarem cidades inteiras e seus habitantes, compostos de mulheres e crianças indefesos? Se, como é sobejamente imaginado, tudo que vem do Alto deveria ser cuidadosamente e antecipadamente previsto e planejado! E se tudo iria resultar em um possível fracasso, por que então não fazê-lo diferente, sem o sacrifício de uma Entidade poderosíssima que poderia ficar presa nas linhas emaranhadas de um destino ingrato entre víboras humanas? Proporcionalmente era sabido, de que poucos corações seriam tocados por aquele gesto magnânimo de um ser tão elevado? Milhões de seres perderam suas vidas de modo tão ou mais horrível, gritando o nome de Jesus! Durante e após a vinda de Cristo e com Cristo em seus corações! Não seria então mais prudente e mais coercitivo se as Entidades Superiores mandassem um grande tornado, um grande terremoto e maremoto sobre aquela gente incorrigível, debochada, maldosa e ignorante? Será que os resultados não seriam melhores e mais amedrontadores, e Deus seria mais respeitado?

Mesmo, Ele tendo peregrinado por mais de vinte anos, semeando exemplos de fé e humildade, curando enfermos, fazendo milagres a olhos vistos entre os povos daquelas cidades, por onde passou e que não se apiedaram Dele, o crucificando barbaramente; e ainda assim, Ele intercedeu por eles pedindo a Deus clemência para todos, e que ficou eternamente gravada naquelas Suas sete frases na cruz, que as mencionarei mais adiante! E mesmo assim, nada ocorreu de modificação para melhor entre os humanos, que ao contrário, se tornaram mais desumanos, debochados e descrentes, a não ser que, e é aqui talvez, o ponto principal de Sua vinda na Terra, que é a de que Sua presença física e conselheira para aqueles povos, mesmo que através das parábolas, serviu-lhes como um grande, um gigantesco espelho cósmico sideral, que refletiria as ações cármicas da humanidade, fazendo-as se voltar contra ela própria, às imagens de seus feitos e mal feitos, e só desta forma colherem o que plantaram e plantariam no decorrer das várias existências, pela Lei de Causa e Efeito, Ação e Reação e que ficaram gravados nos “Registros Akáshicos” universais, mesmo que tenha sido em vidas passadas em orbes anteriores, durante milênios, refletindo-se em suas futuras reencarnações.

Ainda assim perguntarão: “Mas por que e para que a vinda de Cristo?”. Se as Divindades sabiam que pelas Leis de Ação e Reação, essa “colheita” seria obrigatória, como Ele mesmo dizia: “A semeadura é livre, porém, a colheita é obrigatória”, sendo assim, mesmo que Ele viesse para transferir toda a culpa da humanidade sobre Si próprio no afã de ajudar no seu resgate; pelas Leis Divinas, que como e Ele dizia que não viera para mudá-las, isto seria meramente impossível, seria automaticamente intransferível e irreversível. Então para que um sacrifício de uma Alma tão nobre, tão iluminada? Que necessitou muitos anos de sofrimento espiritual, para baixar do alto de seu nível vibratório; com certeza em padrões nunca antes alcançados por um ser humano comum; a fim de poder tomar novamente a forma humana e carregar-se de toxinas carnais e mundanas, se sujeitar às mazelas animalescas do mundo visível, arriscando-se às vicissitudes e podendo cometer erros que O obrigariam a permanecer na crosta terrestre por mais algumas centenas de anos, aqui em nossa terceira dimensão! E pensando nisso, ninguém consegue imaginar, nem mesmo os que se dizem conhecedores do espiritualismo, o que é o sofrimento para uma Alma liberta e grandiosa como a do Cristo, o fato de ter que baixar suas vibrações elevadíssimas, é muito mais dolorido e penoso que o sofrimento e a angústia de uma dor física nas mãos de seus algozes!

Conforme informações recebidas e colocadas por este sensitivo, em seu primeiro livro já publicado, Jesus é um Espírito originário do planeta Vênus, ou seja, é um venuziano; lá Ele teria sido Governador Geral e seu nome era Cristi-íen, para aqui na Terra ser chamado de Cristo. Ainda conforme informações daquele livro, Jesus teria vindo para a Terra e vivido na lendária Atlântida, há milhares de anos, e teria se chamado Antúlio de Maha-Etél, que em atlante quer dizer: Antúlio da Estrela Platinada, como é chamado aquele planeta. Diga-se de passagem, planeta esse formado por habitantes bondosos e espiritualizados, que cultuam os poderes da mente e do Espírito. Na Terra encontraremos remanescentes daquele planeta renascidos entre os povos vedas, ancestrais dos hindus, do Tibet, do Japão, da China, Brasil e muitos outros países. São aqueles que demonstram aversão às guerras, às aniquilações de todo e qualquer ser vivente, cultuam o mentalismo e fazem uso da força da mente, contudo, são muito eficientes na execução de trabalhos de magias, sabem lidar com as energias extracorpóreas, demonstram serem introvertidos, calmos, pacientes, mas com grande determinação e um grande domínio das forças mentais; inclusive os dons de telepatia, desdobramento e projeção do duplo etérico a longas distâncias. Também, proféticos e impassíveis de preocupações aparentes. Guardam para si o que pensam e, quando externam seu pensamento, estes são conclusivos e repensados. O grande e genial compositor alemão Wagner que compôs aquelas belíssimas óperas que são, por assim dizer, o extrato sinfônico e lírico das epopeias germânicas, mencionou em várias delas o planeta Vênus, que deve ter sido o seu planeta de origem, foi também um famoso feiticeiro e mago da antiguidade de nome Tiglat, e que por muitas vezes, fez mal uso dos seus poderes mentais latentes, o que vem demonstrar pelo menos para nós, a sua origem e índole venuziana. Há outros grandes compositores de origem venuziana, porém, não cabe aqui agora, mencionarmos sobre eles. Brevemente, outra Entidade ligada à música e aos compositores ditará sua análise sobre o assunto, através deste sensitivo.

Voltando à vinda do Mestre a Terra, há os que perguntam; de que valeria o sacrifício daquele ser, se como Ele, milhares de outros seres humanos padeceram de violações físicas perpetuadas por grandes líderes militares e ao mesmo tempo religiosos, como por exemplo, David e outros. Muitos foram torturados friamente além de presenciarem a exterminação lenta e selvagem dos membros de suas famílias, e nem por isso se tornaram mártires ou santos, ao contrário, nem foram notados pelos homens, portanto, com Jesus o processo espiritual ou cármico foi diferente, pois na época de sua crucificação era normal esse tipo de castigo para os que infringiam as leis políticas ou da sociedade daqueles tempos e era costume também, mandarem quebrar as pernas dos infratores, ainda dependurados na cruz, como garantia de que dali não sairiam mais, porém, com Jesus não se utilizaram desse método. Não se sabe por quais razões. Presume-se que houve interferência dos desígnios do Alto, a fim de que não se dilacerasse o corpo de Jesus e com isso, nenhuma parte do mesmo se perdesse. Muitos cuidados “post-mortem” foram tomados pelos Mentores do Mestre, que deveriam estar prevendo possível e desregrada comercialização futura; pelos fanáticos religiosos que apareceriam após Sua morte, e que na realidade vieram acontecendo até nossos dias, quando se vê seitas e religiões comercializando pedaços do “madeiro da cruz”, água do “rio Jordão”, cascalhos dos lugares por onde Cristo deve ter passado e assim por diante. E este sensitivo teve oportunidade de mencionar no seu primeiro livro, no capítulo sobre O Santo Sudário onde ele transcreve as informações que recebeu, captadas, dizendo que: “Aquela estrela que se movimentou no céu, seguindo os três reis magos indicando-lhes o caminho para o lugar do nascimento do Cristo, nada mais era do que uma nave de Vênus trazendo no seu interior os líderes físicos e espirituais, médicos e cientistas, que não só acompanhavam, bem como, protegiam Cristo e seus familiares na Terra para que o Seu nascimento ocorresse tranquilamente e os Reis Magos pudessem levar suas vibrações positivas através de suas presenças pessoais e de seus presentes simbólicos, como prova de que lá se encontrava um ser diferente dos demais e ao mesmo tempo Divino”. “Aquela nave, ainda conforme relato no primeiro livro deste sensitivo, voltaria trinta e três anos depois, com a mesma tripulação e líderes, para recolher o corpo de Cristo, não sem antes de pulverizá-lo no interior do Santo Sudário e do seu túmulo provisório, dentro do qual, não poderiam restar quaisquer vestígios da parte física, a não ser as marcas do Seu sofrimento, como prova irrefutável de Sua presença entre os terrestres, impedindo assim a mercantilização criminosa dos seus restos mortais”. Mesmo assim, aquele sudário é tido como duvidoso e se encontra hoje como “propriedade” da Igreja!

Antes da vinda de Cristo; no Egito Antigo, na Judéia, na Mesopotâmia, na Assíria, na Turquia, na Grécia Antiga, na Ásia entre os povos mongóis, os povos da Ásia Central, os mulçumanos, e outros povos, como os hindus e seus antigos ancestrais, sofreram baixas enormes sob barbáries cometidas por povos invasores. Com a perda de milhares de seres humanos, entre homens, mulheres e crianças, jovens e velhos e essa saga ocorria antes de Cristo; durante e depois de Cristo até nossos dias, nas atuais guerras com o holocausto de milhares de judeus e agora com milhares de mulçumanos, e nem por isso, esse contingente infeliz foi transformado em Cristo, ao contrário, “os porões” do Umbral da Terra se tornaram mais abarrotados de Almas sofredoras e vingativas, enodoando as regiões psicosféricas do planeta. De onde, os menos avisados, poderiam concluir que, de nada iria servir e de nada serviu, o sacrifício do maior Mestre entre os Mestres; de um iluminado que só pensou em fazer o bem para este planeta intoxicado, e que talvez nem com uma desejada vinda pela segunda vez de um Messias, resolveria os gigantescos problemas que este orbe acumulou sobre si e sobre a sua humanidade. Somente poderão ser sanados com o expurgo desses Espíritos recalcitrantes, para fora do planeta; o que foi previsto no Evangelho do Apocalipse, para o qual a humanidade ainda não se atinou. Os seres humanos, só agora estão começando a acordar, em vista dos acontecimentos telúricos de grande monta que já estão se fazendo sentir em todo planeta. Razão pela qual, talvez, uma punição desta ordem por parte das Entidades Elevadas, faria com que a humanidade repensasse nos seus atos, ao invés de uma cobaia humana superior ter sido colocada em seu meio, no caso Jesus, que também sofreu e fez seus familiares sofrerem com Sua perda irreparável.

O castigo anunciado pelo Mestre, através de Suas parábolas, que haveria o “ranger de dentes”, já se faz sentir nas anomalias e distorções e desarmonias de conduta dos seres humanos, e com certeza, aqueles que já estão vivenciando esses terríveis acontecimentos deverão lembrar para sempre dos avisos que lhes foram dados graciosamente por aquele Avatar.

Somente uma força astronômica vinda de fora da Terra e com poderes de sucção magnética migratória, porá fim a esse estado em que se encontra a Terra. Isso será feito pelo gigantesco planeta denominado de Absinto, no Apocalipse que, por coincidência ou não, na linguagem russa quer dizer Chernobyl, local onde morreram centenas de habitantes, vítimas das radiações atômicas. Isto significando que esse nome é portador de negatividades para a humanidade. Os extraterrestres e este sensitivo o denominaram de Sidérius, ou seja, um astro sideral e que nesta altura dos acontecimentos já deve estar adentrando os primeiros Sistemas Solares mais próximos do nosso.

Portanto, a dúvida pairaria não sobre a vinda de Jesus, se ele existiu ou não, mas sim, sobre a necessidade de Sua morte e do Seu sacrifício, tão violento, tão vexatório e tão humilhante para um Espírito da grandeza de um Messias! Entretanto, talvez sem a Sua vinda, não teríamos as pérolas de Suas parábolas, seus exemplos e ensinamentos que atravessaram o tempo, incólumes, bem como, a demonstração física e cabal de uma humildade e de um sincero amor ao próximo, de ter sacrificado a própria vida por quem Ele não conhecia e por aqueles que O pregaram na cruz. Mesmo assim fica a pergunta: “Será que isso não poderia ter sido feito de outra maneira, pelas Entidades que de tão poderosas que são, fazem circular, contrariando as órbitas do Sistema Solar e de seus doze planetas, um planeta gigantesco como Sidérius, que conforme informações contidas em capítulo especial, do primeiro livro, deste sensitivo mede: 40 milhões de quilômetros de diâmetro; 29 vezes o tamanho do Sol e 3200 vezes o tamanho da Terra?”. Afinal, Sua vinda e Seus feitos foram ou não, frutos de um Plano Superior Missionário ou foram resultados de uma colheita cármica do próprio Jesus, resultados da ação e reação de Seus possíveis débitos contraídos em Seu longínquo passado? Ou foi um “Auto” Suicídio cometido por um ser elevadíssimo como Ele? Sim, porque qualquer ser humano dotado de poderes extrafísicos, de autocontrole e controle das energias que o cercam, mas que mesmo assim, venha a sofrer danos físicos, morais e espirituais; automaticamente se defenderá colocando suas autodefesas para o protegerem, não se deixando cair de forma alguma, pois se assim não for, estaremos cometendo suicídio involuntário, o que nos causaria mal ainda maior e seríamos atraídos magnética e negativamente para as regiões psicosféricas umbralinas, onde se juntam obrigatoriamente e por afinidades, aqueles que puseram fim as suas vidas, interrompendo uma jornada predeterminada por ele próprio e pelos seus mentores e isso, com certeza Jesus não faria, pois dera demonstrações de amor à vida! E como Ele apregoava: “Se lhe baterem num lado do rosto ofereça o outro lado”, isto não queria dizer para que fôssemos covardes, mas sim que evitássemos o revide e não gerássemos novas ondas contrárias de reações o que nos desviaria de nossa missão!

Este sensitivo, numa certa ocasião, na Semana Santa, enquanto assistia a um filme que relatava aqueles terríveis dias da Paixão de Cristo, uma grande luz que tomava toda a sua grande sala de estar, tanto do lado visível quanto do lado espiritual, sem forma física ou biotípica, mas que ele sabia ser o Mestre que ali se apresentava, dirigiu-lhe então esta pergunta: “Jesus, por que o senhor não agiu, com seus poderes petrificando todos aqueles que o fustigavam, e que o espetavam com aquelas lanças? Hoje teríamos o prazer ir contemplar suas estátuas imóveis empunhando suas lanças! Ah! se eu estivesse lá naqueles momentos!”…, ao que a Luz respondeu telepaticamente; “Ainda bem que você não estava por lá, pois no afã de me defender, você colocaria a perder minha missão, além de se acumular carmicamente dos possíveis danos que seus atos causariam!”. “Infelizmente, eles me fustigavam, porém, não poderiam impedir que eu não sentisse dor, e foi aí que eu utilizei os meus dons, fiz todo o possível para não sofrê-la, mas mesmo assim não foi de todo possível! Você precisa saber que eu não poderia castigar ninguém, eu não viera para aquilo; vim para apregoar o perdão, a mansidão e não a vingança; a inocência, a paz e não a guerra; você precisa saber também que quando uma missão está programada, ela deve ser cumprida “ipsis-literis” e ninguém tem permissão para interrompê-la com seus arroubos de guardiões dos fracos e oprimidos. O que foi programado pelo Alto, demorará para ser entendido pelos mortais seres humanos! Mas assim mesmo agradeço ao Pai por você ter existido e ter sido desviado de lá naqueles dias! Obrigado por você ser quem é e por existir, continue na sua missão que também é nobre, não desanime nunca, apesar das dificuldades do meio! Até sempre, meu filho!”. Este sensitivo, recolheu-se dentro da sua insignificância e se pôs a chorar convulsivamente! Aquele momento único, jamais se apagaria de sua mente e de seu Espírito.

A Lei Universal, a Lei Divina, é igual para todos e Ele dizia: “Eu não vim para mudar a Lei, mas sim, para cumpri-la” e ao cumpri-la desafiou a Lei dos Homens, a Lei da Igreja e dos sacerdotes da época e que é baseada na ignorância, na hipocrisia, no egoísmo, no fanatismo de toda espécie. Portanto, na questão de sua vinda à Terra; foi definitivamente proveitosa para a humanidade, através dela efetuou-se um parâmetro, um ponto de partida para a conscientização humana na religiosidade e na sua harmonização com Deus, mas sobretudo no amor ao próximo e na obediência às Leis Divinas e conscientização do homem com relação às ações e reações de seus atos. As últimas palavras na cruz proferidas por Jesus no ápice de seu martírio, são por assim dizer, o fecho de uma missão vitoriosa, calma, humilde e mansa e que contêm em si, cada uma delas, a síntese de uma grande e imensa sabedoria espiritual, para ser glorificada eternamente por todas as gerações vindouras, tanto na Terra como em qualquer outro planeta do Universo, tal o alcance de suas irradiações luminosas.

As sete últimas frases de Jesus na cruz 

1ª) “Pai, perdoai-lhes porque não sabem o que fazem!”

2ª) Para o bom ladrão: “Ainda hoje estarás comigo no Paraíso!”

3ª) Para Maria, referindo-se a João Batista: “Mulher, eis aí o teu filho, eis aí a tua mãe!”

4ª) “Pai, porquê me abandonastes!?”

5ª) “Tenho sede!”

6ª) “Tudo está consumado!”

7ª) “Pai, em tuas mãos entrego meu Espírito!”

Novamente a pergunta: mas porque Ele teria que ser humilhado, sacrificado e morto? Isso seria necessário para que Ele nos deixasse todos aqueles ensinamentos? Os grandes sábios e Avatares, antes Dele, tais como: Confúcio, Akhenaton, Buda, Chrishna Murti, tiveram que sacrificar muita coisa, renunciar a tantas outras, como riquezas, poder, e a maior parte das coisas mundanas, excetuando-se Akhenaton, que teve uma vida quase parecida com a de Jesus, os demais viveram uma vida comum apenas com votos de pobreza e não foram sacrificados, humilhados e nem mortos! Qual a razão que Jesus teve que passar por tudo aquilo? Essa pergunta ainda continua no ar e sem explicação plausível! Lembrando ainda do que a Luz disse a este sensitivo: “Tudo transcorria como programado entre os Mentores da Terra e eu. Desta forma, apesar de parecer ilógico, era assim mesmo que deveria acontecer”. Foi perguntado então: mas haveria necessidade de tanto sofrimento? Veio a resposta “A índole humana, em todas as épocas foi selvagem e a turba quando fica acirrada, revoltada, fica também mais ensandecida, surda e descontrolada e como uma matilha acuada, foge ou ataca sem saber, tudo o que estiver pela frente”. “Eles poderiam martirizar meu corpo, mas não poderiam impedir de me lançar fora de mim com meu Espírito, pelo menos por alguns instantes!”. “–E isso eu tentei fazer enquanto pude aguentar! Mas eu era feito de carne e osso como qualquer ser humano e, como tal, eu não poderia fazer encenação sob uma dor cruel e irresistível!”. Ao que este sensitivo voltou a perguntar: “Mas o que acontecia naquela ocasião, era uma reação cármica sobre a Sua pessoa ou era uma missão que não esperava aquele comportamento da massa ignorante?”. E a resposta veio assim: “Foram as duas coisas. Eu já havia me reencarnado na Terra, por várias vezes, há milênios antes. Por conseguinte, tive também minhas falhas e mesmo tendo me depurado e passado por várias situações de sofrimento, consegui galgar a minha necessária elevação, contudo, as ondas de retorno ficaram registradas no etéreo e assim que eu tomei novamente as formas humanas, vieram elas de encontro a mim, mesmo estando eu em missão redentora! Quando me propus arcar com aquela missão, eu sabia de antecedência que a humanidade que vivera comigo naqueles milênios anteriores, também se reencarnaria no tempo de minha missão e com certeza viria me cobrar aquela postura redentora, e eu não poderia me comportar diferentemente, pois já tinha sido responsável por muitos episódios de desencantamento generalizado, e me julgava capaz de cumprir junto a ela aquilo que havia combinado fazer! Portanto, não houve um suicídio programado e aprovado, pois eu dizia que não tinha vindo para mudar a Lei e sim para cumpri-la, e não seria eu o primeiro a correr esse risco matemático da Lei Cósmica Universal, Lei de Causa e Efeito, que é equânime no seu todo e imparcial para tudo o que existe no Universo, bem como eu não tinha vindo para mudar as Leis romanas em vigor na época, o que seria um desacato às autoridades e uma incitação ao povo que fizesse o mesmo, por isso, eu também disse: A César o que é de César e a Deus o que é de Deus!. O que ocorre para aqueles que desconhecem as Leis Divinas, é o pensamento errado de que essas leis podem ser burladas e cometem um erro atrás do outro e se comprometem para a eternidade! Comigo não foi diferente, pois tendo nascido de ventre de mulher e tendo um corpo físico sadio, feito de carne e osso e tendo que viver entre lobos e serpentes, sabia que estava sujeito a todos os riscos e seria muito difícil não responder à altura àqueles que me injuriavam, e foi o que eu fiz; nada mais que isso! Se hoje me encontro onde estou, foi graças a essa missão ajudada por aqueles que me seguiam e principalmente por meus familiares, bem como pelos “psêudos tentadores” os quais, se não sofreram comigo vieram a sofrer depois e nas reencarnações sucessivas futuras! Atraí sobre mim toda a cólera, a infâmia, a inveja, a difamação, o desprezo, o menosprezo, a injúria, os pecados, enfim, tudo aquilo que intoxicava e vem intoxicando a humanidade, cabia aos homens de boa vontade exercitar tudo aquilo que eu lhes havia ministrado, porém, se isso não ocorreu e nem vem ocorrendo principalmente com seus Espíritos; eu e meus superiores só temos a lamentar e tentar ainda assim intercedermos por eles! Uma espécie de espelho refratário se formou em torno da minha pessoa e de meus atos, provocando o retorno das ondas maléficas sobre todos aqueles que se diziam meus inimigos e mesmo sobre aqueles que me acompanhavam, pois estes também haviam contraído dívidas cármicas outrora, junto a mim em reencarnações milenares anteriores! As falhas e paixões humanas há tanto tempo represadas antes de mim, vieram à tona, afloraram e passaram por um processo abrupto de desintoxicação e de desprendimento; através do sofrimento coletivo uma reação em cadeia que está se dando até os dias atuais aí na Terra, assim, as pessoas de índole boa compreenderam e galgaram novos degraus de evolução e os de má índole, continuaram raivosos, vingativos e recrudescentes. Muitos milhares de Almas conseguiram ter seus destinos ou carmas amenizados, outros tantos, ao invés de melhorarem, pioraram ainda mais suas condutas e agravaram o curso de suas vidas, presentes e futuras. Significando que sempre se aproveita alguma coisa. Muitas Almas foram salvas e muitas ainda serão salvas, pois os postulados deixados pelo Cristo ficaram indeléveis no tempo e no Espaço, relembrando a humanidade quais os caminhos do Bem e do Mal, do certo e do errado, do amai-vos uns ao outros assim eu vos amei! Era uma missão arriscadíssima; de tudo ou nada, pois viria a nascer dentro de um povo milenar, irascível, com conceitos e princípios fundamentalistas próprios, e eu como qualquer outro que se propusesse alterá-los para melhor, estaria sujeito a ser morto e tanto eu como meus Superiores Espirituais, concordamos e aceitamos aquela situação. Devo lembrar que de minha parte nunca houve o uso da força, nem física, militar ou força mental, que se fossem utilizadas seria muito mais fácil cumprir a missão, porém, acumularíamos sobre nós um peso maior de responsabilidades pelo mau uso de nosso conhecimento”.

“O que não foi possível conter, entre aqueles grandes líderes espirituais e militares da época, que voltaram aos tempos atuais com o intuito de alterarem e desintoxicarem os Espíritos de seus comandados de então, mas o que conseguiram fazer foi à imposição da força militar e conceitos racistas, provocando os grandes holocaustos, sacrificando milhares de vidas e com conotações de arbitrariedades e injunções políticas de subjugação de povos e raças; acumulando ainda mais sobre si próprios as culpabilidades do mau uso do poder que lhes foi concedido e dos seus conhecimentos milenares, que foram jogados fora, apenas porque ao invés de virem para ensinar e fazer aumentar a espiritualidade de cada ser; só fizeram aumentar o ódio e a vingança sobre ele!”.

Após essas explicações maravilhosas dadas pelo Mestre a este sensitivo, penso que não restará mais dúvidas quanto a vinda de Jesus à Terra e Sua Nobre e Altruística Missão Redentora para a humanidade terrestre.

Notas do sensitivo sobre o sacrifício de Jesus

Prezados leitores, farei aqui uma explanação de inspiração mediúnica, amparada pelo meu protetor José da Barreira e a anuência do Mestre Jesus, e gostaria que fossem dirimidas todas e quaisquer dúvidas com respeito ao Seu Sofrimento e Martírio. O que aqui vai escrito servirá como adendo às explicações já dadas por ambos, nas linhas anteriores:

A humanidade da era moderna, composta por Espíritos mais esclarecidos, mais pesquisadores e inquisitivos, e que têm à sua disposição ferramentas e documentos, auxiliados pelos microcomputadores altamente velozes e de alta resolução, com os quais pode dirimir dúvidas sobre os fatos passados, mormente, aqueles que dizem respeito ao nascimento, a vida e a morte de Jesus; já não acredita mais e nem aceita como total veracidade, os textos Bíblicos; que agora, como se sabe, foram redigidos muito tempo (talvez entre 80 a 100 anos) após Sua morte. Tendo sido traduzidos e compilados do aramaico e do idish, para o grego, passando por vários tipos de tradutores e compiladores (que não possuíam dicionários nem corretores ortográficos), e cujos antigos copistas tinham dificuldades em escrever, quanto a maior parte das pessoas de hoje em dia; fizeram o que quiseram, “pintaram e bordaram”, em cima dos originais, se é que tais originais existiram mesmo! É bem difícil saber o que as palavras da Bíblia querem dizer se não sabemos nem mesmo que palavras são essas! Por essas e outras razões, formou-se um pandemônio sobre a verdadeira origem dos textos bíblicos e sobre o que Jesus disse ou sobre o que Jesus não disse e mais ainda, sobre o que Ele passou ou não passou durante Sua estada entre nós!

Gerações e gerações se passaram de lá até nossos dias, quando se verificou a prática das maiores barbaridades em nome da Bíblia, com os sacrifícios inúteis de seres humanos e de suas ideias, as quais “contrariavam” as Escrituras. O que ainda ocorre em nossos dias, agora com a ajuda maciça dos meios de comunicação, cujos pastores bombardeiam os lares de milhares de famílias, leigas e de boa-fé, que se deixam envolver pelo carisma persuasivo desses elementos; que muitas vezes, nem sabem explicar a origem verdadeira das palavras que pregam; mas convictos e fanáticos que são, sabem do lucro e das vantagens que surgem por trás daquelas palavras, e nas suas entrelinhas atraem centenas de milhares de polpudos dízimos que fácil e livremente, caem sobre seus cofres “sem fundos”.

No início, a Igreja forjou e alterou muita coisa que já estava errada, e ao seu bel prazer, transformou-as para coincidirem e se encaixarem com seus objetivos inconfessáveis; e por outro lado, outras igrejas também reforçaram e reforçam irracionalmente mais que nunca, esse lado errado de apregoar o que realmente é encontrado e tido como verdadeiro nos Evangelhos.

Do ponto de vista de uma análise mais profunda, minuciosa e isenta de sectarismos e de fanatismo, a Bíblia como está hoje, é um manancial de falhas humanas; cheia de interesses escusos, que vêm desde o tempo logo após a morte de Jesus; quando quem assistiu e presenciou Seu martírio, Seu sacrifício, era em sua maior parte semianalfabeto, a não ser Lucas que era médico e artista plástico, ou seja, pintor; tendo sido ele a única pessoa a ter pintado um quadro de Maria, na presença dela, quadro esse, que se encontrava a bem pouco tempo na Iugoslávia, mas Lucas não foi discípulo de Jesus; deve ter narrado os fatos que colhera da própria Maria e daqueles que presenciaram, mas já estavam velhos e talvez já não se recordassem dos detalhes e não sabiam com transmitir aqueles antigos e verdadeiros fatos, que já estavam se diluindo no tempo. Aquela gente, não sabia como transmitir para o resto da população e muito menos sabia como armazenar os fatos e retransmiti-los de pai para filho, de geração em geração; não tinham a sorte de uma Internet à sua disposição. Por conseguinte, até que houvesse as compilações, e estas se deram, como já foram explicados, aproximadamente quase 100 anos depois da morte de Cristo, com certeza, muitos detalhes já havia se perdido, outros muitos foram interpolados, inventados pelos copistas que não assimilavam ou não concordavam com eles, simplesmente por pertencerem a outras facções religiosas ou seitas contrárias até a existência de Jesus. Logo a seguir, entrou a Igreja, cujos Papas e mandatários, não só alteraram como quiseram; mas escolheram ao seu gosto os Evangelhos, que deveriam vir à tona e publicados. Tudo, de maneira a se encaixar em suas novas formas de pensar e de encarar os fatos; cingindo-os aos interesses escusos de domínio e subjugação das ideias de seus futuros fiéis seguidores, e com vistas às imensas contribuições do ouro que iria formar as pompas e rituais sacros, luxuosos; que a Igreja já previamente planejava e ostenta até nossos dias, agora já em pleno século XXI.

Os Evangelhos relatam que Jesus se sacrificou por todos nós! O que eu não tenho a menor dúvida, contudo essa explicação, mesmo sendo ela de origem evangélica, foge à regra; não é racional, tendo em vista se considerarmos ser Jesus um Espírito elevadíssimo, levando-se em conta também o que Ele dissera: “Eu não vim para mudar a Lei, mas sim para cumpri-la”. E como se sabe, a Lei a que Ele se referia, não era apenas a Lei de Moisés ou a Lei dos Romanos; vigentes na época, mas sim e, sobretudo, a Lei Divina, a Lei de Ação e Reação, a Lei Cármica, que em si é a Lei Universal, à qual, todos os seres estão sendo regidos. Entretanto, mostrando humildade e sabedoria Ele dissera: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.” Ora, se Ele não viera para mudar e sim para cumprir; não iria fazê-lo sobre si próprio, ou melhor, não iria cometer suicídio, bem como, não iria permitir que pessoas ignorantes, insufladas pelo Clero Judeu da época, se transformassem em criminosos contumazes, direta ou indiretamente; pois Ele sabia das consequências cármicas espirituais daquele ato; pois os assassinos que surgiriam, iriam cobrar Dele milenarmente, pois alegariam que adquiriram aquele malfadado destino, por culpa única e exclusiva Dele, Jesus. Ele encontra-se num Pedestal Crístico ainda mais elevado do que se encontrava na época, justamente por ser magnânimo, justo e humanitário. Nenhum Espírito elevado, que se preze, perante Deus, se sentirá vitorioso e confortável, e que tenha sido responsável por atos de desumanidade, estará livre dos tentáculos da Lei Universal; mesmo o mais puro dos seres, que no caso seria Jesus. E é o que aqui tentaremos provar. Pelo “DNA” do Espírito, o qual só pode ser feito através de Entidades Espirituais Elevadíssimas, Superiores, afeitas aos processos reencarnatórios; sabe-se que Jesus é um Espírito antiguíssimo que “brotou” ou foi gerado, no Universo há milhares de anos atrás; por conseguinte, esse Espírito veio, através dos tempos imemoriais, construindo sua caminhada sobre atos e feitos sempre nobres e altruísticos; tendo habitado, enquanto na Terra, o legendário continente da Atlântida e após, ter se reencarnado como Líder do planeta Vênus, por muitos anos, preparando-se para aquela sua missão na Terra, como Jesus; durante aproximadamente 3000 anos, para se tornar Líder espiritual dos Terráqueos. Como já foi dito, na Atlântida, Ele fora um eminente sacerdote, e chamava-se “Antúlio de Maha-Etél”; que quer dizer: “Antúlio da Estrela Platinada”, esse também era o nome que os atlantes davam ao planeta Vênus.

Enquanto seu Espírito era preparado no Astral Superior de Vênus, para aquela difícil e penosa missão, simultaneamente ia se formando na Terra, exatamente naquela região do Oriente Médio e adjacências, a cadeia genética daqueles que seriam Seus ancestrais, por exemplo: Salomão, Davi e outros, até chegar a José e Maria que seriam gerados e programados para serem Seus pais carnais, naturais, pois Ele, como todos os seres humanos que também não conseguiram mudar a Lei Universal; se originaria de Ventre de Mulher, caso contrário, a Lei seria alterada por Ele e sua missão seria como qualquer outra de qualquer outro Avatar, antes Dele, como por exemplo: Buda, Confúcio, Krishnamurti e muitos outros. No entanto, não foi. Ele não apenas deixou uma grande obra, mas foi sacrificado por ela. Alguém dirá: mas em Roma, muitos mártires foram sacrificados nas bocas dos leões. Na Idade Média, a Igreja sacrificou outras centenas de milhares adeptos, apenas por destoarem das palavras da Bíblia, que ela, a Igreja, decidia como certas, as quais eram engendradas e adaptadas por ela, apenas para poder impor suas convicções e usufruir do lucrativo espólio deixado por suas vítimas. Na Segunda Guerra Mundial, milhões de pessoas foram sacrificadas, dentro e fora dos campos de concentração, sofrendo horrores; mas ninguém foi considerado mártir como Jesus! Daí haver uma explicação ainda maior e mais coerente, mais minuciosa e mais racional sobre o porquê do sacrifício de Jesus! Essa explicação, que aqui acrescento, com a permissão e a intuição vibracional do próprio Mestre dos Mestres. Com certeza ela causará muita celeuma, mas temos que pensar com lógica, e desprovidos dos fanatismos e “veladores” religiosos, caso contrário, continuaremos na cegueira total e na ignorância da verdade; não nos libertaremos das mentiras e das hipocrisias! Intuído pelas pulsações da Grande Luz que vem Dele, aqui explico: para Ele assumir aquela penosa missão e suas graves consequências; sobre si próprio e sobre as centenas de milhares de pessoas, que durante esses mais de 2000 anos, vêm ocorrendo; teria que haver uma causa para resultar um efeito milenar tão devastador, e essa causa é: antes Dele ter se reencarnado na Atlântida, e após em Vênus; Ele fora líder do seu povo, no planeta Capela; da Constelação “O Cocheiro”, e sabedor do expurgo generalizado daqueles seres para o planeta Terra, exatamente para o berço da humanidade, no Oriente Médio e locais próximos, como a Ásia Central; fato que ocorreria muitos e muitos séculos mais tarde, assim como, está sendo previsto o expurgo desses mesmos seres e de outros habitantes terráqueos, para fora da Terra, com a chegada do gigantesco planeta Sidérius; Jesus auto se preparou para acompanhá-los e chamá-los à razão, como se Ele próprio fosse responsável por todos aqueles desvirtuamentos praticados outrora por aqueles seres beligerantes. Talvez tenha Ele sido verdadeiramente responsável! E, como para cada ação há uma reação em sentido contrário, todas as Suas ações de Sua malfada liderança entre “os capelinos”, vieram culminar num resgate cármico sobre Ele e seus comandados, que negativos e vingativos, desconhecedores do dom de perdoar seus algozes e do amai-vos uns aos outros, viriam a sofrer a onda de choque e de retorno até nossos dias; enquanto Jesus, que levou para si, pessoalmente, toda a carga de resgate, ascendeu ao mais alto patamar vibratório espiritual. Desta forma, a Justiça Divina agiu fulminante sobre Ele, e vem agindo sobre os demais, que pelo andar da carruagem, ainda vão ter que curtir em outro planeta inferior, distante, todas as suas graves toxinas produzidas sobre eles próprios. Como Jesus já havia dominado seu livre-arbítrio, enquanto vivia na Atlântida e em Vênus, pôde escolher quando e onde aquilo se deveria dar! Devo lembrar que isso também ocorreu com outros líderes, tais como: Davi que viera como Hitler e levou ao extremo o expurgo das toxinas de seus ex-comandados, Stalin, e do pacifista Ghandi na Índia. Assim também, com muitos outros e que não comportaria, aqui neste capítulo, fazermos uma análise psicométrica de cada um. Assim sendo, o que ocorreu com Jesus, nada mais foi do que aquilo, que Ele mesmo produziu, ou permitiu que fosse produzido lá entre os capelinos; ou ainda, o que Ele não conseguiu amenizar da ira entre aquela gente que Ele mesmo liderou, e teve que se sujeitar vindo para a Terra e conviver entre as hostes dos povos e raças do Oriente Médio, os famigerados “irmãos Caim e Abel”, da Bíblia, que até hoje continuam divididos por questiúnculas políticas e religiosas e, sobretudo, por quererem se apossar da Terra prometida, Terra essa, que não conseguiram valorizar quando viviam em seu planeta de origem. Continuam, aqui com essa disputa acirrada, com milhares de vítimas “inocentes”, falando línguas diferentes entre os Israelitas, Árabes, Muçulmanos, entre eles, os Iranianos, e os povos da Ásia Central, agora com outras alcunhas, como por exemplo, os talibaneses e etc.

Portanto, não há uma causa sem efeito, ou um efeito sem causa! Os que pertencem aos povos capelinos, se encontram em eterno litígio naquelas regiões áridas da Terra, matando-se uns aos outros por uma região cuja tendência é se transformar em gigantesco deserto! E os que não pertencem àqueles povos, ou que já resgataram seus carmas, através dos massacres e genocídios praticados na Segunda Guerra Mundial, já não estão mais lá, já estão vivendo em outros países como o Brasil ou espalhados pelo mundo, vivendo comodamente, e por estes; Jesus já sofreu e, pelos demais, que nada tinham a ver com eles, Jesus não precisou sofrer!  

Despeço-me aqui e fico à disposição deste sensitivo para quaisquer outras questões, mesmo que elas venham dos futuros leitores deste capítulo.

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Violinista Aposentado e Autor Contatado

Nascido em 1935, autor contatado por extraterrestres, cursado em Ciências contábeis, Economia, Análise de Sistema e Música. Serviu como Diretor Técnico da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, São Paulo, por 10 anos, onde pertenceu como “naipe” dos primeiros violinos. Fez estudos de Parapsicologia e Desenvolvimento Paranormal, enquanto alinhava os fatos que vinham lhe ocorrendo desde os seus 8 anos de idade, com relação a vidência, aurividência, e os contatos diretos com seres de outros planetas. Com sua falecida primeira esposa, fez um trabalho de mais de 36 anos de estudos e catalogações de variadas fenomenologia existentes.
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